23 de abril de 2011

Em entrevista ao "i"


Defende que os políticos nem sequer deviam exercer advocacia?

É isso mesmo. Porque os advogados defendem interesses privados e os políticos interesses públicos. A confusão entre as duas coisas dá geralmente mau resultado.

Mas nem PS nem PSD conseguem impor isso.

Não conseguiram até hoje. Mas deviam fazê-lo. Agora, em tempo de crise, era uma boa altura, porque quem quer ganhar dinheiro a sério não deve ir para a política. Na política perde-se normalmente dinheiro, não se ganha.

Caso seja Governo...


... deem-lhe tudo, menos os Negócios Estrangeiros...


"Enquanto produzirmos como marroquinos não podemos gastar como alemães"

20 de abril de 2011

Ai Otelo

Otelo Saraiva de Carvalho: "Se soubesse o que sei hoje não teria feito o 25 de Abril"


Perguntas:

Foi uma (1) pessoa que "fez o 25 de Abril"?

Qual é o significado inerente à designação FP 25?

Quanto ganhou com o artigo 4 do Decreto-Lei 197/2000?


Ninguém deveria ficar arrependido de ter libertado os cidadãos de um regime fascista em que não havia liberdade de expressão. Hoje, Portugal é um Estado de Direito, com eleições livres... e livres são os povos para votarem em quem querem.

Obrigado Otelo por todo o esforço realizado em prol dos Portugueses (esforço mais do que reconhecido pelo Estado Português), mas há afirmações que nem a brincar se devem ter, principalmente tendo em conta o passado pessoal no pós-25 de Abril.

Uma boa notícia nos dias que correm

Administração Central e Segurança Social com saldo positivo em Março

A Administração Central e a Segurança Social tiveram um saldo positivo de 432 milhões de euros, o que representa uma melhoria de 1742 milhões de euros relativamente ao primeiro trimestre de 2010, divulgou o Governo em comunicado.

O saldo da Administração registou o valor de 148 milhões de euros, o que representa uma redução de 1665 milhões de euros em relação a Março de 2010.

Já a Segurança Social apresentou um excedente de 580 milhões de euros e as receitas de contribuições pagas à Segurança Social cresceram 3,1%, enquanto os gastos com pensões ficaram nos 2,9%.

O comunicado do Ministério das Finanças revela ainda que o valor do défice do subsector do Estado situou-se em 1019 milhões de euros, registando-se uma melhoria de 1530 milhões de euros.

O Governo explica ainda que a receita efectiva cresceu 15%, enquanto a despesa apresentou uma diminuição de 3,6%, o que representa uma redução de 375 milhões de euros.

O aumento do IVA resultou num aumento de receita em18,4%, levando o Estado a ter mais14,9% em receitas de impostos.

andreia.coelho@sol.pt


19 de abril de 2011

Jantar 25 de Abril


Car@ Camarad@.

A JS e o PS Lousada estão a organizar o tradicional Jantar Comemorativo da Revolução do 25 de Abril, o qual se realizará no dia 25 de Abril, na Quinta de Vila Verde (Caíde-de-Rei), pelas 19h.

Vamos relembrar esta marca história e a apoiar a Democracia em Portugal.

Comparece e Mobiliza!

P.S.: Marcações até ao dia 20 de Abril através dos números 918192729 e 965103365.



18 de abril de 2011

Um mês...


"Há ainda, nas justificações de Passos Coelho, ao ser apanhado em falso no que disse aos portugueses, algumas pérolas a reter:

Questionado por só agora ter dito que se reuniu pessoalmente com Sócrates antes da apresentação do PEC IV, explicou que “há muitos encontros entre figuras importantes, ao nível das instituições portuguesas, que muitas vezes não são divulgados”.

Deve ter sido por isso, então, que Passos Coelho fez questão de divulgar ao país que apenas tinha sido informado por um mero telefonema, o que constituía uma grave desconsideração institucional, na qual baseou, aliás, o argumentário para o chumbo do PEC.

Garantiu, também, que não houve “nenhuma proposta de negociação” e que foi confrontado com um facto consumado.

Ora, segundo referiu Judite de Sousa na entrevista de ontem (e Passos Coelho não desmentiu), a reunião com Sócrates terá durado cerca de 4 horas.

Q-u-a-t-r-o (!) horas para receber um facto consumado.

Das três, uma: ou Passos Coelho é uma pessoa de compreensão extremamente lenta; ou Sócrates soletrou as medidas; ou alguém está a mentir.

O que é difícil é começar, depois é como uma montanha-russa."


in: É a vida

17 de abril de 2011

Frases...


"A Europa neste momento é como o Titanic prestes a bater no iceberg.

E os países que estão nos quartos de luxo não se devem esquecer que a água começa a entrar nos países que estão no porão, mas que também irá chegar a eles.

O resultado é que, se nada for feito em conjunto, toda a gente vai ao fundo, e nesta história não há botes de salvamento!"

Daniel Oliveira - Eixo do Mal

15 de abril de 2011

Mais uma prova de que o PSD mentiu em relação ao conhecimento do PEC IV

"No programa 'Quadratura do Círculo', Pacheco Pereira revelou que no dia em que José Sócrates estava a negociar em Bruxelas o PEC4, na cimeira de 11 de Março último, todos os deputados do PSD receberam um SMS em que se dizia: "Não façam nenhuma declaração até logo à noite sobre a cimeira europeia".

Alguns deputados, contou Pacheco Pereira, quiseram saber a razão de ser desta ordem e foi-lhes dito que era para "não prejudicar as negociações do Governo em Bruxelas e para que o PS não viesse a usar isso como arma".

Recorde-se que tudo isto aconteceu um dia depois do primeiro-ministro, antes de partir para Bruxelas, ter telefonado ao líder do PSD, Passos Coelho, para que se deslocasse a S. Bento.

Durante a reunião, José Sócrates apresentou ao chefe do maior partido da oposição o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) 4 que haveria de levar, no dia seguinte, à cimeira europeia."

in: DN

O desnecessário resgate de Portugal

«O pedido de ajuda de Portugal para as suas dívidas junto do Fundo Monetário Internacional e da União Europeia na última semana deve servir de aviso para todas as democracias.

As crises que começaram com os resgates da Grécia e Irlanda no ano passado tiveram uma feia reviravolta. Contudo, este terceiro pedido de resgate não é realmente sobre dívida. Portugal teve uma forte performance económica nos anos 90 e estava a conseguir a sua recuperação da recessão global melhor do que muitos outros países na Europa, mas viu-se sob injusta e arbitrária pressão dos correctores, especuladores e analistas de rating de crédito que, por visão curta ou razões ideológicas, conseguiram forma de afastar uma administração democraticamente eleita e potencialmente amarrar as mãos da próxima.

Se deixadas sem regulação, estas forças de mercado ameaçam eclipsar a capacidade dos governos democráticos — talvez até da América — para fazerem as suas próprias escolhas sobre impostos e despesas.

As dificuldades de Portugal eram admitidamente semelhantes às da Grécia e Irlanda: para os três países, a adopção do Euro há uma década significou que tiveram de ceder o controlo das suas políticas monetárias, e um repentino incremento dos níveis de risco que regulam os mercados de obrigações atribuíram às suas dívidas soberanas foi o gatilho imediato para os pedidos de resgate.

Mas na Grécia e Irlanda o veredicto dos mercados reflectiu profundos e facilmente identificáveis problemas económicos. A crise portuguesa é bastante diferente; não houve uma genuína crise subjacente. As instituições e políticas económicas em Portugal que alguns analistas financeiros vêem como potencialmente desesperadas tinham alcançado notável sucesso antes desta nação ibérica de dez milhões ser sujeita às sucessivas ondas de ataque dos mercados de obrigações.

O contágio dos mercados e redução de notação, que começaram quando a magnitude das dificuldades da Grécia emergiu no início de 2010, transformaram-se numa profecia que se cumpriu a si própria: ao aumentar os custos da dívida portuguesa para níveis insustentáveis, as agências de rating forçaram Portugal a procurar o resgate. O resgate deu poder aos ‘salvadores’ de Portugal a pressionarem por impopulares políticas de austeridade que afectaram empréstimos de estudantes, pensões de reforma, subsídios sociais e salários públicos de todos os tipos.

A crise não é culpa do que Portugal fez. A sua dívida acumulada está bem abaixo do nível de nações como a Itália que não foi sujeita a tão devastadoras avaliações. O seu défice orçamental é mais baixo do que muitos outros países europeus e estava a diminuir rapidamente graças aos esforços governamentais.

E quanto às perspectivas de crescimento do país, que os analistas convencionalmente assumem serem sombrias? No primeiro quarto de 2010, antes dos mercados empurrarem as taxas de juro nas obrigações portuguesas para os limites, o país tinha uma das melhores taxas de recuperação económica na União Europeia. Numa série de reformas — encomendas industriais, inovação empresarial, realização educacional, e crescimento das exportações — Portugal igualou ou mesmo ultrapassou os seus vizinhos do Sul e até da Europa Ocidental.

Por que razão, então, foi tão desclassificada a dívida portuguesa e a sua economia empurrada para o limite? Há duas possíveis explicações. Uma é o cepticismo ideológico em torno do seu modelo económico misto, que suportava empréstimos às pequenas empresas, em conjunto com algumas grandes companhias públicas e um robusto estado-providência. Os mercados fundamentalistas detestam intervenções de estilo keynesiano em áreas da política interna portuguesa — que evitavam uma bolha e preservavam a disponibilização de rendas urbanas baixas — quanto a assistência aos pobres.

A falta de perspectiva histórica é outra explicação. O nível de vida dos portugueses cresceu muito nos 25 anos que se seguiram à revolução democrática de Abril de 1974. Nos anos 90 a produtividade laboral cresceu rapidamente, as empresas privadas aprofundaram o investimento com a ajuda do governo, e partidos tanto de centro-direita como de centro-esquerda apoiaram o aumento da despesa social. Por altura do fim do século o país tinha uma das taxas de desemprego mais baixas da Europa.

Em justiça, o optimismo dos anos 90 deu origem a desequilíbrios financeiros e ao gasto excessivo; os cépticos quanto à saúde da economia portuguesa apontam para a sua relativa estagnação entre 2000 e 2006. Apesar disso, no início da crise financeira global em 2007, a economia estava de novo a crescer e o desemprego a descer. A recessão acabou com essa recuperação, mas o crescimento retomou-se no segundo quarto de 2009, mais cedo do que noutros países.

Não se podem culpar as políticas domésticas. O primeiro-ministro José Sócrates e o governo socialista mexeram-se para cortar no défice enquanto promoviam a competitividade e controlavam a despesa pública; a oposição insistia que podia fazer melhor e forçou o senhor Sócrates a demitir-se este mês, preparando o palco para novas eleições em Junho. Isto é normal em política, não um sinal de confusão ou incompetência como alguns críticos de Portugal acenaram.

Podia a Europa ter evitado este resgate? O Banco Central Europeu podia ter comprado de forma agressiva as obrigações de Portugal e protegido o país do pânico mais recente. Regulação da União Europeia e dos Estados Unidos sobre o processo utilizado pelas agências de rating para avaliar a fiabilidade de crédito da dívida de um país é essencial. Distorcendo as percepções dos mercados sobre a estabilidade portuguesa, as agências de rating — cujo papel em fomentar a crise hipotecária nos Estados Unidos está amplamente documentado — armadilharam tanto a sua recuperação económica como a sua liberdade política.

No destino de Portugal reside um claro aviso para os outros países, os Estados Unidos incluídos. A revolução portuguesa de 1974 inaugurou uma onda de democratização que varreu o globo. É bem possível que 2011 possa marcar o começo de uma onda de invasão da democracia por mercados desregulados, com Espanha, Itália ou Bélgica como próximas vítimas potenciais.

Os americanos não iriam gostar muito se instituições internacionais tentassem dizer a Nova Iorque, ou a outra qualquer cidade americana, para abandonar as suas leis de controlo de rendas. Mas é este precisamente o tipo de interferência que agora acontece em Portugal — tal como aconteceu na Grécia ou Irlanda, apesar desses países terem maiores responsabilidades no seu destino.

Apenas governos eleitos e os seus líderes podem assegurar que esta crise não acaba por minar os processos democráticos. Até agora parecem ter deixado tudo nas mãos da imprevisibilidade dos mercados de obrigações e das agências de rating.»

Por Robert M. Fishman, professor de Sociologia da Universidade de Notre Dame

14 de abril de 2011

Mais uma lição de cidadania


O candidato do PSD a deputado - Fernando Nobre, é capaz de nos ensinar muitas coisas em tão poucos dias. Principalmente as suas noções de cidadania!

Sugestão para os autores do site "O Povo é que Paga"

Façam o favor de incluírem o nome destes 17 mil trabalhadores dispensados no site das "nomeações".

Estado perde 17 mil trabalhadores em 14 meses

"Nos últimos 14 meses, o Estado português perdeu quase 16.941 trabalhadores, estando agora um total de 505 mil pessoas na Administração Central do Estado. O Ministério das Finanças assegura que esta diminuição vem na senda da "inédita" redução dos funcionários públicos implementada desde 2005.

De acordo com um comunicado do gabinete de Teixeira dos Santos, desses "cerca de 505 mil trabalhadores em funções públicas", incluem-se aqueles que mantiveram o vínculo ao Estado, mesmo estando em estabelecimentos de saúde privados ou em cargos não docentes em estabelecimentos de educação.

O Ministério das Finanças e da Administração Pública classifica esta redução do número de trabalhadores do Esta como "inédita", numa diminuição que acontece desde 2005.

Importa, contudo, referir que os movimentos nas administrações Local e Regional não estão inseridos neste levantamento. Assim sendo, o número de trabalhadores em funções públicas será superior. O Ministério informa que serão divulgados os números quando "os procedimentos de levantamento de dados sejam concluídos". in: Jornal de Negócios

"Fernando" - Homens da Luta

13 de abril de 2011

Afinal quem é o Pinóquio?

O lobo e o cordeiro. Uma história triste

"Passos Coelho, efectivamente, mentiu ao país durante um mês. "Omitiu deliberadamente" o encontro a sós com José Sócrates na véspera da apresentação do PEC IV e transformou-o num "telefonema do primeiro-ministro" para sustentar a inflexibilidade negocial de Sócrates e o desejo do primeiro-ministro de provocar uma crise política.

Como José Sócrates se esteve nas tintas para o Presidente da República, não custava nada à opinião pública acreditar na verosimilhança da versão do líder do PSD - um telefonema breve para despachar um assunto sem despacho possível.

Porque mentiu Passos Coelho? Por orgulho ferido, simplesmente. Não queria voltar atrás, em público, na sua promessa grandiloquente de nunca mais se reunir a sós com o primeiro-ministro.

Mas correu tudo mal. Passos Coelho foi apanhado em duas mentiras (ou inverdades, a palavra de preferência dos políticos) em sequência. Primeiro voltou atrás na promessa de nunca mais se reunir a sós. Depois de se desdizer nisto, inventou um telefonema em substituição de um encontro. Foi penoso ver Passos Coelho na TVI explicar que houve de facto um telefonema - para marcar o encontro, claro.

Há qualquer coisa de tocante na ingenuidade de Passos Coelho, embora isso provavelmente não lhe renda grande coisa: como é que imaginou que o encontro com Sócrates permaneceria secreto? Se as coisas tinham corrido tão bem antes - ao ponto de fazer aquela jura desajustada de "nunca mais a sós" -, porque imaginou que Sócrates cumpriria a jura secreta? É quase comovente. Numa luta entre o lobo e o cordeiro, ganha sempre o lobo - o risco de esta metáfora se tornar significativa à medida que a campanha avançar é muito grande para as ambições eleitorais do PSD.

Mas a "omissão deliberada" de Passos Coelho vem trazer alguma luz sobre os acontecimentos que levaram à demissão do governo. Apesar de tudo, e ao contrário das aparências que o gesto do "telefonema" parecia manter, Sócrates tentou mesmo negociar com Passos. E saiu do famoso encontro convencido de que poderia haver alguma abertura para que o PSD desse o aval ao plano de austeridade exigido por Bruxelas. De resto, as palavras cautelosas de Miguel Relvas, o secretário-geral do PSD, na manhã seguinte, confirmam a hesitação do PSD. Numa conferência de imprensa na sede do partido, Relvas mostrou abertura a viabilizar as exigências de Bruxelas. Só depois de o resto da direcção ter sido ouvida - e nomeadamente depois de Marco António ter feito a famosa ameaça de que ou haveria eleições no país ou haveria no PSD - é que a decisão de chumbar o PEC IV se tornou irreversível.

Os portugueses podem estar com Sócrates pelos cabelos, mas as hesitações, as omissões e as confusões de Passos Coelho não servem de grande bálsamo. Ontem quem esteve a ganhar foi Portas, que se pôs acima deste insuportável ruído."

in: "i"

Real

12 de abril de 2011

Política e Neuropsicologia

Political Views Are Reflected in Brain Structure

"We all know that people at opposite ends of the political spectrum often really can't see eye to eye. Now, a new report published online on April 7th in Current Biology, reveals that those differences in political orientation are tied to differences in the very structures of our brains."

"Individuals who call themselves liberal tend to have larger anterior cingulate cortexes, while those who call themselves conservative have larger amygdalas. Based on what is known about the functions of those two brain regions, the structural differences are consistent with reports showing a greater ability of liberals to cope with conflicting information and a greater ability of conservatives to recognize a threat, the researchers say.

"Previously, some psychological traits were known to be predictive of an individual's political orientation," said Ryota Kanai of the University College London. "Our study now links such personality traits with specific brain structure."

Kanai said his study was prompted by reports from others showing greater anterior cingulate cortex response to conflicting information among liberals. "That was the first neuroscientific evidence for biological differences between liberals and conservatives," he explained.

There had also been many prior psychological reports showing that conservatives are more sensitive to threat or anxiety in the face of uncertainty, while liberals tend to be more open to new experiences. Kanai's team suspected that such fundamental differences in personality might show up in the brain.

And, indeed, that's exactly what they found. Kanai says they can't yet say for sure which came first. It's possible that brain structure isn't set in early life, but rather can be shaped over time by our experiences. And, of course, some people have been known to change their views over the course of a lifetime.

It's also true that our political persuasions can fall into many more categories than liberal and conservative. "In principle, our research method can be applied to find brain structure differences in political dimensions other than the simplistic left- versus right-wingers," Kanai said. Perhaps differences in the brain explain why some people really have no interest in politics at all or why some people line up for Macs while others stick with their PCs. All of these tendencies may be related in interesting ways to the peculiarities of our personalities and in turn to the way our brains are put together.

Still, Kanai cautioned against taking the findings too far, citing many uncertainties about how the correlations they see come about.

"It's very unlikely that actual political orientation is directly encoded in these brain regions," he said. "More work is needed to determine how these brain structures mediate the formation of political attitude."

in: Science Daily (Apr. 7, 2011)

Um jornalismo necessário.

Todo o telespectador admira o profissionalismo de Judite de Sousa, mas há certas coisas que não se percebem, e uma delas é o facto de a sentirmos muito mole quando entrevista pessoas do PSD e Banqueiros.

Ontem, na entrevista de Passos Coelho, um jornalista minimamente atento não desperdiçava a oportunidade de confrontar o líder do PSD, depois deste admitir ter sido contactado por José Sócrates na véspera de apresentar o PEC IV para se encontrarem pessoalmente em São Bento, episódio esse que nas palavras de PPC, aconteceu efectivamente e cara-a-cara.

Bastava apenas perguntar a razão de PPC ter levantado todo este problema em torno do PEC IV refugiando-se no facto de não ter sido "tido nem achado", assunto esse que agora vem contradizer e demonstrar que mentiu.

11 de abril de 2011

Uma Nobre Desilusão


"Quem apoiou ingenuamente Fernando Nobre, enganado por um discurso anti-partidos, pretensamente não ideológico, e fechou os olhos à incoerência e arrogância do personagem, tem agora que retirar as sua conclusões. O homem que supostamente representava a esquerda moderada não alegrista é candidato pelo PSD. O mesmo que há menos de três semanas garantia não ir apoiar qualquer partido (perdão, há uma semana atrás) vai liderar a lista de um partido em Lisboa. Aquele que após a presidencial dizia não ir formar um partido político vai alinhar por um. O que não andava atrás de cargos quer ser Presidente da Assembleia da República. E dá calafrios compreender que Passos Coelho embarca nisso: ou está louco ou inconsciente.

É um episódio que entra directo para a antologia do oportunismo político (de ambos os envolvidos, entenda-se). Mas quem ainda não tinha entendido quem é o verdadeiro Fernando Nobre deixou de ter desculpa. E Passos Coelho passa uma imagem de desespero, o que é surpreendente".

in: Esquerda Republicana

Já agora, reparem só no Organograma da AMI em http://www.ami.org.pt/media/pdf/OrganogramaAMI.pdf
A promoção do nepotismo da família Nobre é estrondosa. Uma instituição com tanto prestígio como a AMI não merece isto.

XVII Congresso Nacional do PS





10 de abril de 2011

Frases - Congresso Nacional do PS

• José Sócrates: “Os portugueses saberão julgar o que aconteceu. Os portugueses percebem muito bem que esta crise política foi um desastre, uma inconsciência”.
• António Costa: “Não há ilusões, os objectivos [de consolidação financeira] são comuns, mas a forma de o fazer [por parte do PS e do PSD] é bastante diferente a diversos níveis”.
• Pedro Silva Pereira: “também não é a mesma coisa ter um líder preparado, como o primeiro-ministro, e ter um líder inseguro e impreparado, como o do PSD”.
• Eduardo Ferro Rodrigues: sobre o pedido de ajuda externa, lamentou que ele tenha resultado da “ambição partidária de assalto ao poder e aventureirismo sectário” dos partidos da oposição da direita e mostrou-se certo de que a decisão de solicitar a assistência financeira foi para o PS e para o governo uma “decisão sofrida, determinada pelo primado do interesse nacional”.
• Manuel Alegre: “já muitas vezes estivemos todos contra todos, estamos agora todos com todos no mesmo combate e com o mesmo objectivo: atacar a ofensiva neoliberal e defender Portugal”, uma vez que “as diferenças entre o PS e o PSD são muito maiores do que aquilo que se quer fazer crer: o SNS, a escola pública, a Segurança Social pública, os direitos laborais e o conceito de justa causa, a CGD são a diferença entre o PS e o PSD”.
• António Vitorino: “só há duas escolhas: ou sai um governo do PS com condições de estabilidade e governabilidade ou um do PSD possivelmente coligado com o CDS”, o que “interpela os eleitores de esquerda que podem ser tentados a votar em partidos de protesto que não querem construir uma alternativa de governo à esquerda, porque ela não se faz sem o PS”.
• Francisco Assis: “é muito importante que José Sócrates se mantenha no poder. Uma coisa é ser ele a negociar a ajuda com o FMI, outra é ter a direita ultraliberal a fazê-lo. Uma coisa é termos de aceitar coisas com as quais não concordamos, mas lutarmos por uma solução mais próxima do que defendemos. Outra coisa é ter o FMI em Portugal antes de ele chegar”.
• Pedro Silva Pereira: “quem usou, a propósito desta crise política, a palavra irredutível foi o PSD, não foi o PS”.
• Vieira da Silva: “O PSD vê a austeridade como caminho para a sua agenda ideológica”.
• Correia de Campos: o PS vai ter uma luta difícil porque se confronta com “um adversário que é imprevisível, inseguro, ignorante, e que também é arrogante”.
in: CC

8 de abril de 2011

Lousada acima dos interesses partidários

Com o PS/JS Lousada será sempre assim... Lousada acima de tudo!

Autarca socialista exige suspensão de portagens na ex-SCUT do Grande Porto

"O autarca socialista de Lousada, Jorge Magalhães, exigiu, esta quinta-feira, a suspensão imediata da cobrança de portagens na antiga SCUT do Grande Porto (A41 e 42) até à posse do próximo Governo.

"Não pode haver decisões diferentes sobre situações iguais", sustentou o edil do PS,l a propósito do anúncio do Governo de que foi suspensa a introdução de portagens nas autoestradas SCUT do Algarve, Beira Interior, Beiras Litoral e Alta e do Interior Norte, que estavam previstas até dia 15.

À Lusa, Jorge Magalhães lembrou que o Governo justifica o adiamento com a possibilidade de "o próximo executivo, eventualmente do PSD, poder ter uma perspectiva diferente sobre a forma de cobrar portagens e as isenções".

in: JN

OLIMPÍADAS DO VALE DO SOUSA


"Decorre neste fim-de-semana a 1ª edição das Mini Olimpíadas da Juventude, agregando escolas dos municípios do Vale do Sousa num projecto muito representativo de envolvimento escolar e associativo, e da comunidade em geral.

Trata-se de uma iniciativa pioneira pela sua perspectiva regional, pois Lousada já possuía uma prática bastante alargada em iniciativas do género. Na realidade, os Jogos Internacionais da Juventude, com a participação de várias cidades europeias, representaram para o concelho uma experiência muito enriquecedora, explorando as diferentes virtualidades do desporto na promoção do desenvolvimento físico, psicomotor, afectivo e social.

O parêntese estabelecido excepcionalmente este ano nos Jogos Internacionais – por força de um hiato na rotatividade dos países organizadores – tornou oportuna disponibilidade de Lousada para assegurar esta 1ª edição, juntamente com o Município de Felgueiras.

As modalidades de Futebol de 7, Pólo Aquático, Basquetebol, Ténis, Voleibol, Hóquei em Patins (a disputar em Lousada) e BTT, Andebol, Natação, Ténis de Mesa, Atletismo e Futsal (a decorrerem em Felgueiras) constituem um bom leque para um convívio fraterno e competição saudável, concluída com espectáculos de animação cultural, numa complementaridade perfeita entre o desporto e a cultura.

A diversidade de modalidades comprova, também, aquilo que a região já é, há muito, capaz de assegurar, proporcionando, sobretudo aos jovens, opções muito variadas, a que poderíamos acrescentar, nomeadamente ao que diz respeito a Lousada, Hóquei em Campo, Râguebi, Patinagem Artística ou Artes Marciais, sem falar nos desportos motorizados.

O acolhimento das Mini Olimpíadas representa, igualmente, a consagração da aposta no desporto, quer por intermédio da construção e dinamização de infra-estruturas em todo o concelho, quer pelo número crescente de praticantes e espectadores.

A iniciativa exprime, ainda, o bom entendimento entre todas as Câmaras e estabelecimentos de ensino do Vale do Sousa, permitindo uma realização com elevado alcance desportivo e cultural para a afirmação da identidade da região e consolidando práticas para a exploração de novos projectos e actividades, dada a dinâmica nos diferentes concelhos, nos mais variados sectores, que poderá ser partilhada para o engrandecimento de todos, sem bairrismos exacerbados, nem egoísmos empobrecedores.

Na verdade, o Vale do Sousa constitui não apenas uma unidade territorial, mas uma identidade sociocultural, cujas imensas potencialidades estão longe de estar aproveitadas.

Por isso, estou plenamente convicto de que a realização destas Mini Olimpíadas será um sucesso absoluto, apesar das limitações de recursos. Um êxito que transbordará da mera competição para se tornar num sinal claro de uma predisposição colectiva no sentido de uma cooperação frutuosa e de um futuro melhor. Estamos, pois, perante jogos de boa vontade, em que, no mesmo espírito olímpico, o desporto irá contribuir para, vencer barreiras e irmanar os homens."

Eduardo Vilar (in: Verdadeiro Olhar)

E é isto...

"O facto de uma pessoa dar aulas na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, não quer necessariamente dizer que seja economista."

in: jugular

FÓRMULA ECONÓMICA

Licenciatura em Direito + Doutoramento em Sociologia = Economista (Prof. Universitário)

Posto isto, será que está explicada a crise internacional?

7 de abril de 2011

A Televisão Portuguesa: Uma reflexão

Dias que passam e sempre as mesmas notícias. Crise, austeridade, défice, juros, desemprego etc.

As novidades nunca são boas mas chega a um ponto em que uma pessoa fica esgotada.

Sim, já sabemos que o País, a Europa e o Mundo em geral estão a atravessar grandes adversidades, sabemos que é necessário informar as pessoas mas também atingimos o limite.

Se repararmos a nossa televisão é negativismo puro. E se as novidades dos noticiários têm que ser dadas porque esse é o dever do jornalismo, existem outros programas completamente desnecessários e que poderiam muito bem ter uma componente mais pro-activa e que funcionasse como um escape, mas não.

Quem se levanta de manhã para trabalhar (aqueles que têm emprego), liga a TV e vê as noticias que não passam de repetições do noticiário da noite do dia anterior.

A pessoa vai trabalhar e na rádio lá poderá ter uns minutos de descontracção com os programas da manhã da RFM, Antena 3, Comercial etc., mas chegando a hora de almoço e se o dito cidadão tem o azar de chegar a casa/restaurante um pouco antes das 13h, lá vai ouvir novamente... mais desgraças.

Ou é o comerciante que conta a história do assalto ao seu estabelecimento, ou a família que tem marido e esposa no desemprego e que tenta sustentar os 5 filhos menores, ou a senhora idosa e doente que viu as suas poupanças roubadas por uma "cambada de marmanjos" burlões.

Gloriosos os tempos em que tínhamos humoristas (mesmo os mais brejeiros e até de vocabulário inadequado) na TV, em vez destas histórias pesarosas que apesar de sabermos perfeitamente que existem, são completamente desnecessárias para o Povo que enfrenta o especial momento que vivemos.

Até nisto deveria de haver uma maior responsabilidade por parte de quem comanda as grandes estações de TV. As pessoas estão fartas de ouvir desgraças e mesmo tentando levar a vida para a frente, enfrentando os problemas, têm sempre exemplos e mais exemplos de que se calhar não vale a pena tentar, que provavelmente arriscar a seguir em frente pode não ser a melhor opção. Caramba!

Isto... Satura!

Satura um povo que está preenchido por maus exemplos. Um povo que já de si, está embrenhado numa tradição do "triste e melancólico Fado".

É preciso sinais positivos. E neste momento um sinal positivo pode vir de qualquer lado, de qualquer situação e de qualquer sorriso. Como diz o ditado, "tristezas não pagam dividas", e neste caso, até a TV poderia ser a verdadeira "Caixinha Mágica" que ajudaria a levantar o astral de cada um de nós com pequenos gestos e banir completamente os exemplos negativos de programas que por incrível que pareça são chamados de... entretenimento.

6 de abril de 2011

Agências de Rating

"Durante décadas os bancos americanos criaram programas de incentivo ao crédito para famílias com menor poder de compra, através de empresas como a Fannie Mae e a Freddie Mac.

Estes créditos com elevado risco, os chamados ” sub-prime ” eram atribuidos em função do património imobiliário que cada família possuia e não em função dos rendimentos do agregado familiar.

Devido à descida das taxas de juro, as casas estavam sempre a valorizar-se e sobre estas casas eram concedidos empréstimos para outros fins de consumo. Se algo corresse mal, como o mercado imobiliário estava em alta, bastava ao banco vender a casa hipotecada, para reaver os créditos.

Em determinada altura o mercado de sub-prime atingiu cerca de 1.000.000 milhões de euros ou seja 10% do PIB dos EUA.

Os bancos americanos, por sua vez, criaram produtos de alto retorno financeiro, mas simultaneamente de elevado risco e colocaram os seus créditos (que eram produtos tóxicos) pelos mais diversos investidores em todo o Mundo.

Todo este processo de transferência de crédito foi deficientemente analisado pelas “AGÊNCIAS DE RATING”, talvez propositadamente para que os gestores dos bancos recebessem prémios gigantescos pelos objectivos atingidos.

A partir de 2007 os títulos de crédito e o valor das casas cairam abruptamente. As casas cada vez valiam menos e os bancos não podiam recuperar os créditos concedidos. Faliram uma série de bancos americanos( o mais famoso foi o Lehman Brothers que tinha recebido notação AAA dias antes pelas agências de rating) e o governo americano teve que injectar, em 2008, cerca de 500.000 milhões de euros em todo o sistema financeiro, situação que se agravou em 2009, quando os apoios financeiros já atingiam 3.800.000 milhões de euros, o equivalente a 38% do PIB dos EUA.

Foi o colapso mundial. As economias mundiais cairam em catadupa. Os governos de todo o mundo tiveram que criar programas anti-crise de ajuda a particulares, às empresas e aos bancos. Para esse efeito foram obrigados a endividar-se, acima das possibilidades de cada Estado.

Todas estes produtos de alto retorno financeiro, tiveram a benção e o aconselhamento das AGÊNCIAS DE RATING.Esta ” serralharia financeira ” lesou centenas de milhões de pessoas em todo o Mundo, que se viram com as suas vidas prejudicadas para sempre.

Quem regula e fiscaliza as actividades destes senhores , que definem a seu belo prazer e de acordo com os seus humores, o destino da humanidade ?

NOTAS FINAIS

  1. Parabéns à Audiência Nacional de Espanha que aceitou as queixas crime de 6 organizações não governamentais contra as agências de rating , por alegadamente, manipularem os preços em benefício próprio e em prejuízo do erário público e os detentores de poupança.
  2. Parabéns ao Parlamento Europeu que está a legislar no sentido de criar uma agência de rating europeia com regulação independente e está a preparar legislação mais dura sobre agências de rating, responsabilizando-as criminalmente em casos de negligência ou erro nas suas avaliações.
  3. No caso de Portugal as agências de rating reduziram a notação horas antes de Portugal ir ao mercado para emitir dívida de curto e médio prazo. Isto não é estranho ?
  4. Em plena crise de credibilidade, executivos da Moody´s ganharam mais 60% de vencimentos em 2010. Só Presidente Raymond McDaniel recebeu 10 milhões de dólares em salários e prémios de desempenho !"

in: http://vouestaraqui.aroucaonline.com/

5 de abril de 2011

Frases


"Isto está mau como era previsto. Hoje os juros estão quase nos 10 por cento. Acho que vem aí um grande sarilho.

Deitaram abaixo o Governo, não aprovaram o PEC e agora vão pedir a quem deitaram abaixo para fazer as coisas? Eu não percebo nada, se calhar sou eu que estou a ver mal."

Basílio Horta (co-fundador do CDS-PP)

4 de abril de 2011

Uma montanha de palermices

"A rapaziada da JSD lá lançou o blogue em que vão ser denunciadas todas as malfeitorias de última hora do Governo.

Estão de parabéns!

Desde logo pela escolha do logotipo, em estilo soviet chic, talvez já a pensar no tal "governo patriótico":


Depois porque têm uns links para os pdf do Diário da República que são mentirosos, já que nem sequer mostram as datas do despachos de nomeação:


[Não deixa de ter graça que nos exemplos recolhidos pela JSD estejam os resultados de concursos públicos... ]

E estão ainda de parabéns por nem sequer terem esquecido uma das vitórias diplomáticas do Governo nos últimos meses - a conquista para Portugal de um dos mais importantes novos postos diplomáticos da União Europeia:"

in: Câmara Corporativa

Portugal

"Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mi.

Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucémicas. Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins.

Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais.

Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial).

Eu conheço um país que é líder mundial no sector da energia renovável e o quarto maior produtor de energia eólica do mundo, que também está a constuir o maior plano de barragens (dez) a nível europeu (EDP).

Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da Nasa (Critical)e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra)

Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano. E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos.

Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico(Renova).

Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde).

Eu conheço um país que revolucionou o sector da distribuição, que ganha prémios pela construção de centros comerciais noutros países (Sonae Sierra) e que lidera destacadíssimo o sector do «hard-discount» na Polónia (Jerónimo Martins).

Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo).

Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro).

O leitor, possivelmente, não reconhece neste país aquele em que vive ou que se prepara para visitar. Este país é Portugal. Tem tudo o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, óptima gastronomia. Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL."

por: Nicolau Santos

2 de abril de 2011

Mostrar Trabalho!

JS elabora 4 Moções Sectoriais a apresentar no próximo Congresso do Partido Socialista (próximo fim-de-semana - Exponor).


Áreas Temáticas:

- Ensino Superior;
- Emprego;
- Intervenção no Sahara Ocidental;
- Procriação Médicamente Assistida;

É urgente intervir e penalizar estes administradores

Carris: administração recebeu viaturas topo de gama em ano de buraco financeiro de 776,6 milhões


Mais uma mentira anulada...

"Comissão Europeia refere que "o instituto de estatística de Portugal está simplesmente a implementar os métodos contabilísticos europeus".
As revisões efectuadas aos défices orçamentais de Portugal nos últimos anos não representam qualquer engano ou mentira, esclareceu hoje o porta-voz da Comissão Europeia.
“Não, Portugal não mentiu nas suas estatísticas”, afirmou o porta-voz, quando questionado pelos jornalistas em Bruxelas sobre a revisão dos valores dos défices orçamentais de Portugal nos últimos anos.
Citado pela agência Dow Jones, a mesma fonte esclareceu que “o instituto de estatística de Portugal está simplesmente a implementar os métodos contabilísticos europeus”.
in: CC