10 de agosto de 2011
Explicações, Por Favor!?
9 de agosto de 2011
Frases para mais tarde recordar
Pedro Rebelo de Sousa (antes de ser nomeado administrador da Caixa Geral de Depósitos - sendo que este banco é cliente do seu escritório de advogados)
8 de agosto de 2011
Um Estado Laranjinha
Não fomos nós que dissemos, nem obrigamos a dizer tal coisa - foi o PSD a dizê-lo e o seu líder.
Sabemos que as pessoas não podem ser julgadas só pelo facto de pertencerem a determinado partido, nem deve ser-lhes impedida qualquer função profissional devido a isso.
Sabemos também que em termos preferenciais, a realidade por demais vivida, diz-nos que qualquer um de nós preferiria ter a trabalhar connosco quem realmente for de nossa confiança.Até aqui, tudo certo!
Contudo, o que está em causa é uma questão de principio. O principio que o PSD assumiu por livre vontade, em não partidarizar o Estado e que pelos vistos está a FALHAR (mais uma vez).
Senão vejamos a lista publicada pelo DN dos 73 nomeados (!!!) com ligações aos partidos que estão no poder, num universo de 447 lugares já destinados até dia 6-8-2011.
Ver a lista, aqui!
Que saudades do site da JSD - O povo é que paga!
MST - Cavaco e BPN
- De qualquer modo, vemos que o Presidente Cavaco Silva - que é idolatrado por este Governo e a quem respeitam todas as opiniões...A Cavaco? Mas Cavaco tem opiniões?
- Alertou contra as agências de rating...Só vejo o Presidente falar após factos consumados, a fazer análise e constatações óbvias. Agora alerta contra as agências de rating, mas há seis meses era para que não fôssemos contra elas, porque estavam a fazer o seu trabalho. A sua capacidade de previsão — que se está sempre a auto-elogiar! — é muito curta.
- A magistratura activa que prometeu não se verifica?Aconteceu. Viu-se no discurso de posse, que foi um ataque ao Governo de Sócrates. Quando estava enfraquecido e a situação do País era péssima, tendo dado o empurrão necessário para o Governo ir abaixo.
- Mário Soares até disse que, se fosse o primeiro-ministro, teria batido com aporta. Era a atitude correcta? Não, porque a situação do País era grave demais para permitir estados de alma desses. Acho que Sócrates foi muitíssimo bem-educado quando lhe pediram um comentário a seguir ao discurso de posse e se limitou a dizer que era injusto. Cavaco fez o discurso todo contra o Governo, como se não houvesse uma situação internacional de crise. Agora, é o discurso ao contrário. (…)
- É aceitável que o Banco Português de Negócios valha o mesmo que o valor dado por Pais do Amaral - 40 milhões de euros – pela transmissão dos jogos do Benfica? É pior ainda, porque o BIC não oferece 40 milhões, recebe 510 milhões, porque o Governo vai lá pôr 550. O BIC consegue até que o Governo vá custear as indemnizações aos trabalhadores despedidos e, posteriormente, pagar o subsídio de desemprego; limpar o que é incobrável e oferece-lhes os fundo de maneio para terem o rácio de capitais que o Banco de Portugal exige.
- Quando vemos a presidência da Caixa Geral de Depósitos ser alargada para Faria de Oliveira ficar e Mira Amaral aparecer em nome do BPN, podemos ser levados a pensar que os ex-ministros de Cavaco Silva têm tido uma vida prolongada? Têm tido uma vida prolongada e agitada. No outro dia, com um amigo, começámos a assentar nomes das personagens do Governo de Cavaco Silva. Metade teve problemas com a justiça ou é suspeito de poder vir a ter! É extraordinário, para um homem que se gaba tanto da sua integridade, e o mínimo que se pode dizer é que não soube escolher os colaboradores.
- in: Câmara Corporativa
7 de agosto de 2011
Afinal há férias para o Governo
Desta forma, o mesmo está a acontecer com o Primeiro-Ministro, Governo e Deputados.
Contudo, não nos passou despercebidas as afirmações de Pedro Passos Coelho a 23 de Junho (Cimeira Europeia de Chefes de Estado).
"O Primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, admitiu hoje, em Bruxelas, que o Governo português não gozará, este ano, de férias. Nem ministros nem deputados terão férias."
A fábula do coelho especial
Entre os animais da quinta havia naturalmente um líder. Líder esse que era eleito periodicamente em assembleia geral, através do sistema de voto mais natural: levantamento de asa, no caso de galinhas e patos, ou levantamento de pata, no caso dos coelhos. Fazia parte das atribuições desse líder zelar pela defesa dos animais na quinta, em particular, protegê-los das investidas das raposas. Como forma de diminuírem as tentativas de invasão, uma parte do que cultivavam na quinta era arremessado por cima dos muros para que as raposas se alimentassem — reza a lenda que há muito, muito tempo, as raposas eram animais com tendências tanto vegetarianas como carnívoras, mas já com clara preferência pela carne.
Durante anos, a organização da quinta funcionou na perfeição. O poder alternava quase sempre entre galos e coelhos; ora uns, ora outros. Os patos, apesar de em muito maior número, nunca conseguiam ascender ao poder — eram demasiado patos. Porém (há sempre um porém!), as condições de vida na quinta começaram a degradar-se seriamente quando um galo janota, de penas brilhantes e bem falante conseguiu ascender ao poder. A pouco e pouco, os humildes animais da quinta começaram a constatar que a contribuição dada para os manterem a salvo do inimigo externo (que dava pelo nome de raposa) era cada vez maior, e um grupo restrito de galos e galinhas engordava a olhos vistos. Em contrapartida, coelhos e patos (principalmente estes) emagreciam também a olhos vistos. O orgulho por terem um líder tão janota e bem falante rapidamente deu lugar ao descontentamento pelas condições de vida cada vez mais degradadas.
Um belo dia, para gáudio dos já inúmeros descontentes (principalmente patos), saiu da toca um belo coelho. Um coelho vigoroso, de pelo bem cuidado (ainda mais janota que o galo janota), com falas sábias e mansas. Esse coelho tornou-se na nova esperança para aquela população animal. Tanto fez, tanto prometeu, que a assembleia geral para nova eleição foi inevitavelmente marcada. No dia da votação, os coelhos nem pestanejaram e os patos (sempre muito dispostos a deixarem-se levar na onda das falas sábias e mansas) votaram em massa no coelho recentemente saído da toca. Até algumas galinhas se deixaram enganar pela lábia e aparente aura de boas intenções desse coelho tão especial.
Não demorou muito (menos de um mês) para que os patos mais desconfiados (alguns, poucos) e as galinhas sempre desconfiadas começassem a detetar no coelho uns certos tiques de raposa. Num ápice, já poucos acreditavam que sob a pele daquele coelho especial não houvesse uma raposa. E muitas outras raposas tinham saído da mesma toca sob peles de outros coelhos. O pânico instalou-se. Era tarde demais!"
in:http://exiladonomundo.blogspot.com/2011/07/fabula-do-coelho-especial.html
6 de agosto de 2011
Perguntas eternas
- Há quanto tempo está a Inventona de Belém por explicar;
- Há quanto tempo estão os crimes cometidos no BPN sem responsabilização;
- Há quanto tempo está Cavaco Silva no exercício de cargos de poder em Portugal;
Tem uma contagem de tempo aqui
5 de agosto de 2011
Zangam-se as comadres...
Todos tiveram direito menos ele?
Blasfémia dizem eles?!
Jornal de Negócios
4 de agosto de 2011
Não vou ter de nascer duas vezes
Experiências com ratos demonstram que é possível estar acordado e ter o cérebro parcialmente a dormir. Essa é a explicação mais bondosa para o facto de o governador do Banco de Portugal ter demorado sete anos a perceber que algo de muito errado e ilegal se passava no BPN.
Podem aventar-se outras explicações para o facto de Vítor Constâncio ter ignorado as reservas que os auditores da Deloitte levantavam às contas do banco e os alertas constantes do trabalho publicado em 2001 na capa da "Exame", denunciando irregularidades e levantando bem fundamentadas dúvidas sobre a gestão de Oliveira e Costa.
Falar na desadequada graduação das lentes dos óculos de Constâncio pode ser uma piada de gosto duvidoso. Considerar que se tratou de uma letal combinação de negligência e incompetência é uma hipótese mais plausível, mas também muito dolorosa, pois ele não só não está arrolado como cúmplice involuntário desta gigantesca burla como, ainda por cima, acabou recompensado com uma vice-presidência do Banco Central Europeu.
Enquanto Portugal dormia sossegado, na doce ignorância, uma data de gente conhecida arruinava o BPN, como está documentado nos 70 volumes e 700 apensos que constituem o processo legal de uma catástrofe financeira, que apesar de ainda não ter conhecido o seu epílogo já nos custou, grosso modo, o equivalente a um 13.º mês para todos os contribuintes.
Da longa lista dos beneficiários da catástrofe consta o clássico Vale e Azevedo, que urdiu um ardiloso esquema para sacar dois milhões de euros ao BPN.
Dias Loureiro não poderá devolver um dólar sequer dos 71 milhões USD que gastou a comprar duas tecnológicas em Porto Rico (que faliram logo de seguida...) porque não tem nada em seu nome, nem mesmo o famoso taco de golfe que mandou fazer no Japão e ele garante ser o melhor do Mundo.
Duarte Lima, outro nome do Gotha cavaquista, comprou uma off-shore ao BPN e sacou um empréstimo de dois milhões de euros ao Insular, o banco fantasma de Cabo Verde do grupo.
Cavaco e a sua filha Patrícia lucraram, em menos de dois anos, 375 mil euros (mais ou menos o que ganha numa vida um português médio), num negócio com acções da SLN (a holding que controlava o BPN), vertiginosamente valorizadas em 140%.
Tenho a certeza de que Cavaco e Vale e Azevedo não são madeira da mesma árvore. Sei que o PR deve estar arrependido da amizade e protecção que deu a Dias Loureiro e Duarte Lima. E acredito que se soubesse o que sabe hoje não aceitaria o negócio de favor que lhe foi proporcionado pelo seu ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
Mas estamos a viver aqueles tempos em que "já não é possível dizer mais, mas também não é possível ficar calado" (cito Manuel António Pina). Por isso declaro que não sinto a necessidade de nascer duas vezes para ser tão honesto como Cavaco.
in: JN
Lousada, os Censos e o nosso país.
Em Portugal, não nos encontramos perante uma crise passageira, uma mera interrupção do crescimento que, cedo ou tarde, acabará por retomar, sem mudanças de maior.
A coisa parece mais séria: trata-se de uma verdadeira crise estrutural, de que não sairemos sem mudanças profundas. Pelo menos, assim nos habituamos a considerar, parecendo crescente o consenso em torno desta convicção.
Não é fácil caracterizar a situação de Portugal. Os modelos e os quadros mentais de que nos socorremos parecem demasiado abstractos, de aplicabilidade problemática perante o concreto da situação. É provavelmente sempre assim, e se a questão se nos põe de forma mais premente a propósito de Portugal é talvez tão só porque se trata do nosso país, daquele que conhecemos melhor, e que, portanto, nos confronta com a generalidade e o carácter abstracto dos modelos utilizáveis.
No meio de tudo isto, os que antes culpavam um homem e o seu Governo pela responsabilidade do actual estado do país, são os primeiros a voltarem atrás naquilo que diziam. Parece que no “pós-5 de Junho” passou a haver uma União Europeia desalinhada que não consegue dar respostas sustentadas aos países mais periféricos, ao contrário do que era referido pelos que agora estão no poder legislativo.
Não obstante isto, e em relação ao nosso país, os recentes resultados dos Censos 2011 demonstram que somente um terço dos concelhos portugueses conseguiram aumentar a população na última década, e em todas as regiões aparecem quebras do número de habitantes, dos quais se destaca positivamente o concelho de Lousada, reflexo do bom trabalho que tem sido desenvolvido pelo executivo socialista e que levará o concelho a bom porto. Com a sua população a crescer, atraindo novas famílias, fruto do investimento que a autarquia tem vindo a fazer em diversas áreas para melhorar qualidade de vida da comunidade Lousadense este resultado é sintomático. Educação, Acção Social, Urbanismo são temas fundamentais.
Assim, lanço o desafio à comunidade Lousadense à leitura dos dados já publicados, procurando comparar Lousada com os restantes concelhos. Através disto observamos mais uma vez que aquilo que alguns diziam acerca do abandono de população do nosso concelho, não passa novamente de mais uma mentira.
3 de agosto de 2011
PSD faz chamada falsa para o INEM?
AS MARCAS DOS 30 DIAS DESTE GOVERNO
1ª Marca
– Criação de um imposto extraordinário – 50% do subsídio de Natal – imposto injusto, desnecessário e que representa a quebra de uma promessa eleitoral do Primeiro-ministro.
2ª Marca
– Oferta das golden shares aos accionistas da PT, EDP e GALP. Estes instrumentos eram activos do Estado com um valor patrimonial significativo – só a da PT valeria no mercado cerca de 200 Milhões de Euros. Assim delapidou-se o património do Estado, uma vez que a UE não proíbe a existência destes instrumentos. Ora, o Governo deveria colocá-las no mercado e assim obteria receitas extraordinárias que cobririam com toda a certeza o valor do imposto de 50% do subsídio de Natal.
3ª Marca
– Um colossal aumento dos transportes públicos, que segundo a proposta do Ministro da Economia configuram mais um imposto extraordinário para alguns cidadãos.
4ª Marca
– As 411 nomeações para gabinetes, excluindo os ministérios da Justiça, Negócios Estrangeiros e Educação Ensino Superior e Ciência, onde se destacam 35 para o gabinete do Primeiro-ministro entre 14 motoristas, as 36 do Secretário de Estado da Cultura e sobretudo a nomeação da chefe de gabinete do Ministro da Economia com um salário de 5.821,30 Euros mensais, salário superior ao do próprio ministro. A este Ministro bem se pode aplicar a velho ditado «olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço». Para um Governo que criticava as nomeações dos Governos do PS, não está nada mau.
5ª Marca
– A proposta de criação de um Conselho de Finanças Públicas para exercer as competências da Assembleia da República, do Tribunal de Contas e do Banco de Portugal, para além de outras instituições de controlo orçamental. Para quem queria cortar nas gorduras do Estado, demonstra-se bem a sua (in)coerência e (in)capacidade de governação.
6ª Marca
– Criou-se um Governo só com 11 ministros, menos 5 que o anterior Governo, com o objectivo, dizia-se, de poupar nos ministros. Tratou-se do mais puro populismo e da pior demagogia, porque logo se aumentaram em quatro administradores na estrutura da CGD para satisfazer as clientelas que não integraram o Governo.
7ª Marca
– Finalmente a venda ao desbarato do BPN por 40 Milhões de Euros. Esta venda tem que ser muito bem explicada a bem da transparência, porque é necessário conhecer as outras propostas, esclarecer quem escolhe os activos que ficaram no comprador e clarificar quem pagará as indemnizações dos despedimentos. Tudo tem que ser transparente para que não se venha a dar a ideia que o BPN era um banco de uma facção do PSD e agora passa para outra facção do mesmo partido.
Renato Sampaio
2 de agosto de 2011
Um emprego com futuro
O que está a dar, é ser Motorista do Secretário de Estado da Cultura - Francisco José Viegas.
Motorista - André Viola
Nome: André Wilson da Luz Viola
Idade: 21 Anos
Vencimento mensal bruto: 1.866,73€
Continuamos à espera das reacções de todos aqueles que criticavam o anterior Governo.
Frases para mais tarde recordar
Pedro Passos Coelho, no encerramento do fórum de discussão "Mais Sociedade", no Centro de Congressos de Lisboa, em 30 de Abril de 2011
1 de agosto de 2011
O povo não pagou o site da JSD?

Após pesquisarmos no site do Governo as nomeações e o valor auferido pelos administradores da Caixa, não encontramos tais informações.
Por isso, resolvemos recorrer ao site que a JSD criou para publicar as nomeações do anterior Governo e pelos vistos, para surpresa de todos nós, o site encontra-se "offline".
Estará relacionado com as 235 nomeações num único mês? Será que agora já não é o povo que paga?
31 de julho de 2011
Esqueçam... ele foi embora... não adianta...
Isto é tão falso que até teve que ser o própio Pedro Passos Coelho a desmentir isso categoricamente.
A comunicação social Portuguesa está a passar uma grave crise de abstinência. Qual ressaca qual quê! Sócrates perdeu, saiu, foi embora...
Sem dúvida, quando a perseguição é tanta é porque o Homem tem muita importância.
30 de julho de 2011
Frases para mais tarde recordar
Creches à Moda do Japão!
29 de julho de 2011
Festas Grandes!!!
28 de julho de 2011
Última-hora! O Circo continua...
O inicio do fim - Cavaco defende fim do Estado Social
Cavaco Silva defende "novo conceito de serviço público"
Pois é, caros amigos.
Aos pouquinhos lá nos vão espetando a faca, para quando surgir o momento final, não doer tanto.
O Estado Social tem os dias contados. Nas últimas eleições, os Portugueses ao votarem PSD, escolheram pagar tudo o que deveriam direito de forma gratuita (saúde, educação, cuidados básicos, etc).
27 de julho de 2011
Lamaçal protagonizado por Mário Crespo e Teresa Caeiro
Quando a conversa não agrada, parte-se para a política baixa e rasca.
Teresa Caeiro, quando confrontada com as palavras de Paulo Portas e Passos Coelho antes das eleições e o que agora estão a fazer, resolve atacar pessoalmente o seu colega de debate, com uma atitude snob execrável.
Depois disto, lá foi Mário Crespo vestir a sua T-Shirt pró PSD/CDS. Isenção jornalística não existe no dicionário deste senhor!
Tachos na Caixa Geral de Depósitos para os amigos do PSD/CDS
As escolhas para a CGD continuam envoltas em polémica. Primeiro, foi noticiado que António Nogueira Leite iria ser presidente da Caixa, intenção contrariada pouco depois pelo “Jornal de Negócios”, que o confirmava como vice-presidente da comissão executiva, presidida por José Agostinho de Matos. Na sexta-feira à noite, a CGD acabou por divulgar os 11 membros do novo conselho de administração – o anterior tinha sete –, sem diferenciar os executivos dos não executivos. Só amanhã ficará definido oficialmente o novo modelo de gestão do banco estatal.
Certo é que a comissão executiva será presidida por José Agostinho de Matos, por indicação do ministro das Finanças, e Nogueira Leite será o seu vice, por escolha do primeiro-ministro. O facto de Nogueira Leite ter trabalhado durante alguns anos no grupo Mello e de a saúde ser uma das áreas a alienar pelo banco público causou também algum desconforto no sector.
Outra entrada inesperada na CGD foi a de Nuno Fernandes Thomaz, para administrador-executivo, defendida por Paulo Portas, que assim garante a representação do CDS/PP nos órgãos do banco estatal. Recorde-se que Nuno Fernandes Thomaz, que foi secretário de Estado dos Assuntos do Mar no governo de Santana Lopes, chegou a defender, durante a campanha de 2005, um Museu da Bíblia no Norte e a construção de um parque temático como a Eurodisney no Sul de Portugal. Ontem, vendeu a sua posição na ASK e pediu a demissão dos cargos que desempenhava.
Como membros da mesa da assembleia-geral da CGD foram eleitos pelo accionista Estado para o mandato 2011-2013, Manuel Lopes Porto, presidente, Rui Machete, vice-presidente, e José Soares, para secretário. Faria de Oliveira mantém-se na empresa, mas agora como chairman, sendo os restantes vogais Norberto Rosa, Jorge Tomé, Rodolfo Lavrador e Pedro Cardoso.
Recorde-se que a diplomacia económica nunca esteve sob a alçada do primeiro-ministro. O projecto foi delineado pelo executivo de Durão Barroso, quando Martins da Cruz era ministro dos Negócios Estrangeiros. Na altura, os embaixadores foram convidados a fazer menos política do croquete e mais negócios nos países onde representavam Portugal, tendo havido inclusive uma coordenação activa com as delegações do ICEP no mundo.
António Monteiro continuou com a iniciativa durante o governo de coligação PSD-CDS/PP, embora até hoje não tenha sido feito nenhum levantamento quantitativo ou qualitativo sobre os resultados práticos desta nova diplomacia. "
in: i jornal
26 de julho de 2011
Politica de Verdade - Governo PSD/CDS
d) Atribuir a viatura BMW, modelo 320, com a matrícula 86-GU-77, para uso pessoal do ex-Presidente da Assembleia da República;
Uma mudança... colossal
Macário Correia já não é contra portagens na Via do Infante
Novo acordo ortográfico da blogosfera de direita
| Onde se escrevia | Deverá escrever-se | ||||
| Boys | Assessores | ||||
| Propagandista | Profissional de comunicação | ||||
| Nomeações | Convites | ||||
| Sofreguidão | Aceite com muita honra | ||||
| Gamela do estado | Serviço público | ||||
| Incompetencia | Benefício da dúvida | ||||
| Lambe-botas | Rendido à visão de Passos Coelho | ||||
| Familiar de | Curriculum impressionante / provas dadas | ||||
| Páraquedista | Voz independente | ||||
| Crise nacional | Crise da zona Euro | ||||
| Crise (agravar da) | Estado em que encontrámos o país | ||||
| Abrantes | Gente para quem a antiga grafia ainda se aplica | ||||
| Jornalista de coragem | Assalariado do patrão com interesses ocultos | ||||
| Dessassombrado | Ressabiado | ||||
| Crítico | Aquele que esperava ser convidado | ||||
| Ilegalidades | Delírios risíveis | ||||
| Projectos megalómanos | Investimentos geradores de emprego (a partir de 2012) |
25 de julho de 2011
Empreendedorismo
"Mas afinal o que é que esse palavrão significa?"Os anos foram passando e nos dias de hoje é uma palavra completamente vulgar e felizmente já muitos são os que percebem o seu real significado. De facto o empreendedorismo e os seus perpetradores sempre existiram e existirão para gáudio da nossa sociedade.
Nos últimos anos, e de forma a combater a crise mundial generalizada, muitas têm sido as correntes que tentam auxiliar a impulsionar a economia e a revitalizar sistemas financeiros debilitados. Neste sentido, quer a uma escala micro, quer a uma escala macro económica, todo empreendedor e todo o individuo que crie valor é uma peça fundamental neste processo. São cada vez mais os movimentos que promovem o empreendedorismo e incentivam os jovens a ser empreendedores.
Movimentos como por exemplo o Massivemove, ou o So Pitch são exemplo disso mesmo. Estamos perante uma nova geração de empreendedores, sem desprezo pelas anteriores, mas penso que com a evolução galopante estão melhor preparados para as novos desafios de uma sociedade em constante mutação.
O Facebook é hoje muito mais do que uma rede social, para qualquer pessoa que pretenda difundir algo é uma ferramenta de trabalho, habilmente utilizada por muitos dos novos empreendedores.
Em Lousada, pela primeira vez até à data o CLDS Lousada + - Contrato Local de Desenvolvimento Social, em parceria com o Município de Lousada, Escola Secundária de Lousada, Junior Achievement Portugal e a Associação Empresarial de Paços de Ferreira levaram a cabo uma parceria que visou implementar um Programa de estímulo ao empreendedorismo denominado “A EMPRESA”.
Durante um ano lectivo, 278 alunos do Município de Lousada, tiveram a oportunidade de constituir a sua própria empresa. Apesar de ser o primeiro ano em que alunos de Lousada participaram neste programa conquistaram a participação na Feira Ilimitada no Norte Shopping, onde para além disso uma das mini empresas conquistou o prémio de melhor Produto. Neste sentido apraz dizer que ainda é possível, temos jovens capazes e com muito potencial.
Tiago Romão Cunha
in: TVS

